A
Bíblia nos ordena que estejamos contentes com o que temos (Hebreus
13:5; Filipenses 4:11-12; Lucas 3:14). Uma falha em estar contentes
leva a múltiplos problemas: queixa, aflição, inveja, ingratidão,
cobiça, etc. Aqueles que não estão contentes compram coisas que
não podem pagar e depois tentam conseguir uma maneira de pagar mais
tarde (veja Provérbios 22:7). Os descontentes acham difícil o
sacrifício pela causa de Cristo porque eles se vêem "injustamente"
privados.
Pensamos que há um grande problema quanto a estar contente com nosso nível de prosperidade: "Não temos o suficiente... mas se conseguíssemos um pouco mais então ficaríamos contentes". Que mentira! Se não estou contente com o que tenho no momento, eu não ficaria contente (por mais do que um ou dois dias) com o dobro disso. O escritor de Eclesiastes foi claro: "Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abundância nunca se farta da renda; também isto é vaidade ... Todo trabalho do homem é para a sua boca; e, contudo, nunca se satisfaz o seu apetite" (Eclesiastes 5:10; 6:7). Contentamento material nada tem a ver com quanto temos; se tivesse, os israelitas teriam estado contentes e também nós. O contentamento depende de nossa atitude quanto ao que temos. Em vez de querer o que não temos e não podemos ter, precisamos aprender a querer o que temos.
Pensamos que há um grande problema quanto a estar contente com nosso nível de prosperidade: "Não temos o suficiente... mas se conseguíssemos um pouco mais então ficaríamos contentes". Que mentira! Se não estou contente com o que tenho no momento, eu não ficaria contente (por mais do que um ou dois dias) com o dobro disso. O escritor de Eclesiastes foi claro: "Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abundância nunca se farta da renda; também isto é vaidade ... Todo trabalho do homem é para a sua boca; e, contudo, nunca se satisfaz o seu apetite" (Eclesiastes 5:10; 6:7). Contentamento material nada tem a ver com quanto temos; se tivesse, os israelitas teriam estado contentes e também nós. O contentamento depende de nossa atitude quanto ao que temos. Em vez de querer o que não temos e não podemos ter, precisamos aprender a querer o que temos.
Há
boas razões para estarmos contentes com nossa prosperidade
material. É um modo de vida superior: "Melhor
é um punhado de descanso do que ambas as mãos cheias de trabalho e
correr atrás do vento" (Eclesiastes 4:6). Aqueles
que estão sempre querendo mais tornam-se infelizes e, mesmo assim,
raramente ganham o que estão buscando. Temos o
suficiente. Paulo disse que alimento e roupa eram tudo o que
precisávamos (1 Timóteo 6:6-8). É verdadeiramente notável quantas
coisas algumas pessoas esperam da vida. Pensamos que merecemos todas
as coisas que estamos buscando? Quando nos compararmos com alguém
como Paulo, ou como os israelitas no deserto, devemos envergonhar-nos
de nossa insatisfação e estar determinados a apreciar e ser gratos
pelas coisas que o Senhor nos tem dado. Uma falta de
contentamento é uma manifestação de cobiça, que é uma forma de
idolatria (Hebreus 13:5; Efésios 5:5). Não estamos contentes porque
temos desejos insatisfeitos, e os temos porque somos
gananciosos. Quando Deus está conosco, nada mais é
importante (Hebreus 13:5-6). Pensaríamos que é absurdo se um homem
que acabasse de ganhar um milhão de reais se irritasse por ter sido
enganado em uns poucos reais, ou se irritasse muito por causa de
qualquer coisa. A grande bênção de receber tanto dinheiro deveria
tender a fazer com que outras frustrações se reduzissem a nada. Ter
Cristo é muito mais do que ter um milhão de reais. Devemos estar
contentes com ele, contentes até mesmo só com ele.

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